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Abraham Lincoln, disse: “Você não consegue escapar das responsabilidades de amanhã esquivando-se dela hoje”. Essa frase tem tudo a ver com nossas vidas, pois gostemos ou não somos responsáveis por ela. Devemos assumir nossos resultados e destino em nossas próprias mãos para darmos o melhor de nós e fazermos o melhor que podemos, segundo Einstein, essa é a sagrada responsabilidade humana.

Quando falamos em senso de responsabilidade estamos falando sobre uma condição equilibrada, pois como diz a cultura judaica, geralmente, as pessoas não fracassam por fraqueza, mas sim porque se julgam fortes demais. Dessa forma com o tempo a pessoa se sente sobrecarregada pelo excesso de compromissos que assume e pela autocobrança exacerbada que se faz, isso não é positivo.

Às vezes se identificam tanto com seus esforços, resultados e compromissos que ficam estressados e com sinais claros de esgotamento físico e mental. A pessoa entra em colapso, com uma forte sensação de que não vai mais dar conta de cumprir com suas responsabilidades. A autocritica excessiva não faz bem a ninguém.

Entendemos como responsabilidade equilibrada aquela em que a pessoa busca gostar do que faz e cumpre suas atividades com empenho e leveza. Vive com bem estar e senso de dever cumprido. Assume suas responsabilidades com bom grado e não como quem queira que a vida fosse eternas férias. Mas também consegue inteligentemente manter distância adequada dos acontecimentos, preservando-se, reconhecendo seus limites físicos e reagindo com isso no momento certo.

Entende que antes de sua responsabilidade com o trabalho e demais demandas da vida, é responsável por si próprio e seu próprio bem estar, saúde e felicidade e não delega essa função a ninguém. Cuida de si em primeiro lugar para estar bem para cumprir o que lhe cabe. Essa é a primeira responsabilidade de todo ser humano, para poder levar uma vida produtiva e feliz. Lembrado que somos só seres humanos, e não vivemos bem se queremos fazer esforços sobre-humanos.

Por outro lado, ouço muito as pessoas dizerem que esperam encontrar alguém que as faça felizes. Grande distorção da realidade, pois nossa felicidade é responsabilidade única e exclusivamente nossa. Não dá para transferir isso.

Freud, disse que a maioria das pessoas não quer realmente a liberdade, pois ela envolve responsabilidade e a maioria das pessoas tem medo da responsabilidade. Realmente concordo com esse ponto de vista, mas com medo ou sem, com ação ou omissão, não podemos negar, ainda somos responsáveis.

Nossas escolhas do passado determinaram onde estamos hoje na vida. E se não fizemos escolha, ainda assim somos responsáveis pela nossa omissão. E se não sabíamos, também não muda nada, pois é uma lei universal, assim como a eletricidade dá choque. Não é porque você não sabe disso que pode enfiar o dedo na tomada e sair ileso.

Então se somos responsáveis independente de qualquer condição, a atitude mais inteligente é assumirmos nossa responsabilidade nas mãos, fazermos escolhas mais adequadas com o que queremos da vida e nos tornamos mais livres.

Ser responsável pela nossa vida não é um peso, mas sim uma dadiva. Chega de ficar esperando que façam e que escolham por nós. Se somos responsáveis, também temos poder de escolha e de ação.

Assumir a nossa responsabilidade trás maturidade emocional, relacional, profissional e além. Não dá para viver bem sem isso, não dá para viver a própria vida com independência e autonomia sem isso. Assumir responsabilidade é o primeiro passo para crescer.

Repense sua maneira de levar a vida, assumir responsabilidade pelas nossas escolhas e resultados nos coloca a serviço da vida e ela nos faz prosperar. Faça isso de acordo com essas sabias palavras de John Kennedy: “Não vamos tentar consertar a culpa do passado vamos aceitar nossas responsabilidades pelo futuro”.